
Nosso novo maltesinho veio algumas semanas após a perda do Carl Sagan e enfrentou uma situação dificílima: foi comparado com um cachorro que era, para nós, incomparável. Foi o Sagan que abriu as porteiras e que nos fez mergulhar fundo no mundo canino. Sem o Sagan, não haveria o Darwin, o outro cachorrinho que virou nossas vidas de cabeça para baixo.
E o Sagan morreu tão de repente, de forma tão inesperada.
O Naninho teve como primeira missão animar o Darwin, que estava doente e desanimado. A missão secundária cumpriu com méritos: animar a casa e nos fazer esquecer por alguns minutos por dia que estávamos perdendo nosso outro cãozinho aos poucos pro câncer.
Como se não fosse pouco, o Nano ainda deu conta da Sophia Loren, a maltesa da minha sogra que é fofinha, mas beeem rabugenta, e ainda recebeu com pompas o Astro, nosso novo integrante da família. Em poucos dias, os dois eram inseparáveis.
Um grande cachorro pode se mostrar especial justamente por conta das dificuldades e desafios que enfrenta, mesmo sem nem ter noção da enrascada em que se meteu. Naninho é Incrível.
essa coisinha fofa é o bichinho mais espevitado q conheci!!!!