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This article was written on 04 out 2008, and is filled under Cachorros, Clementina.

Pets virtuais

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Quando moleque, e até mesmo na minha vida adulta, até eu comprar o Sagan, oito anos atrás, eu odiava filmes com animais. Qualquer tipo. Odiava. Achava uma chatice atroz. Depois do Sagan e, ainda mais, do Darwin, isso mudou bastante.

Vaoi daí que estou descobrindo pérolas do passado completamente inesperadas. Tava pesquisando uma lista da revista americana Entertainment Weekli que indicava os seis melhores filmes de cachorro da história. No meio, tinha um de 1986 chamado “The Adventures of Milo & Otis”. Nunca tinha ouvido falar.

Aí, urrum, arrumei o filme e comecei a ver. É sensacional. Mesmo. As imagens que os caras conseguiram são incríveis.

Dá uma agonia enorme, porque os caras colocam os animais em situações absurdas, algumas arriscadas mesmo. Esse filme jamais seria feito desse jeito, na raça, hoje em dia, porque a forma de tratar os animais é beeem diferente hoje. Mas o fato é que eles juntaram tudo e contam uma história adorável.

Fala de um cachorro, um pug (tipo a Clementina) chamado Otis, que fica amigo de um gato chamado Milo. A brincadeira do diretor, que é japonês, foi meio que ir criando um monte de situações e depois ir colando numa história coesa. Dá pra ver a autenticidade das reações dos bichos. Surpresa, medo, excitação. Coisas que, quem conhece animais e estudou minimamente os limites do treinamento, pega imediatamente. O filme foi feito ao longo de quatro anos. Quatro! Então é claro que eles iam registrando tudo e tranformaram o resultado numa fábula.

Na versão original japonesa, lançada em 1986, a voz é de Shigeru Tsuyuguchi. Em 1989, foi lançada nos Estados Unidos a versão que nós conhecemos por aqui, narrada por Dudley Moore.

Mas e como é que você vai ver o filme? Talvez você já tenha visto, oras. Passou aqui no Brasil com o nome As Aventuras de Chatran. Foi exibido milhares de vezes pela Globo na Sessão da Tarde.

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