Qual é a surpresa quando alguém se toca de que, na falta de filhos, fazemos dos cachorros nossa prole canina?
Para um monte de pessoas, pode parecer ridículo. Para quem tem um cachorro, é natural. Claro que, junto com essas idéias estranhas, aparecem os clichês de “gosto de cachorros mais do que de humanos”.
Eu considero que tenho mais cachorros do que os que ficam na minha casa: o maltês Carl Sagan e o labrador Charles Darwin. Minha mãe tem uma cadelinha de 15 anos chamada Tchulla (uma Yorkshire Terrier) que eu considero como minha também e a minha sogra tem a maltesa Sophia Loren. Se eu conseguir morar em uma casa, vou ter mais. E quero ter gato, tartaruga, furão e miquinho.
E quero ter um filho pra brincar com essa bicharada.
Ok. Mas vamos voltar à história de que as pessoas substituem humanos por bichos. Uma designer resolveu brincar com essa idéia e criou uma série de acessórios fictícios que serviriam para humanizar o cão e torná-lo um substituto de, mais que filho, namorado ou namorada. Muito engraçado…
(texto publicado originalmente em www.alexmaron.com.br)